sábado, 21 de Novembro de 2009

A minha primeira vez

Há meses que tenho este blogue e nunca tinha recebido um selo, ou um prémio, ou um desafio, ou o que queiram chamar. Esta é, portanto, a minha primeira vez (que recebo uma coisa destas). Talvez a razão disso acontecer se deva ao facto de não actualizar isto regularmente e as pessoas verem nisso uma espécie de desleixo e que, por isso, não vale a pena estar a dar atenção. É legítimo. Mas como diz o povo (e muito bem), não há fome que não dê em fartura. E tanto assim é, que acabei de receber 2 desafios praticamente ao mesmo tempo, um da Neka e outro da Cláudia.



Como é natural, isto traz algumas regras (poucas):

1) Seguir as regras deste (como não podia deixar de ser);

2) Avisar os que ganharam este selinho (segue já a seguir);

3) Completar as seguintes frases:

Eu já: Andei a cavalo, sem nunca ter tido lições de hipismo. É verdade, tudo se passou numas férias na República Dominicana, em 2007. Estava lá com a minha menina e com um pessoal amigo e surgiu a possibilidade de irmos dar um passeio a cavalo. As únicas instruções que foram dadas, foi como guiar o cavalo. Puxar as rédeas para o lado direito faz o cavalo virar para o lado direito, puxar as rédeas para o lado esquerdo faz o cavalo virar para o lado esquerdo e para parar o cavalo, bastava puxar as rédeas para trás. Ok, parecia fácil. Mas... Como é que se punha o cavalo a andar?! Ah, uns toques com os estribos na barriga do cavalo. Que rico acelerador! A primeira parte do passeio até nem correu nada mal (tirando a parte da tempestade que se abateu sobre nós assim que saímos do picadeiro - devo dizer que apanhei a molha da minha vida). A segunda parte é que já foi pior. Às páginas tantas, o grupo dividiu-se em dois e o meu cavalo, que devia ter uns conhecidos no grupo da frente, chegou-se a este grupo, enquanto a minha menina e os meus amigos foram ficando para trás, no outro grupo. Como os grupos começaram a ficar bastante afastados, achei que devia esperar pelo outro grupo. Puxei as rédeas para trás, o cavalo parou, mas logo a seguir começou novamente a andar, para acompanhar o grupo de frente. A maneira que eu encontrei de ele não recomeçar a andar foi puxar as rédeas para trás e para um dos lados, de modo a que ele ficasse de frente para as árvores. Porreiro, a coisa funcionou. Entretanto, chega o segundo grupo e eu lá pus o meu cavalo a andar. Então não é que o sacana começa a galopar feito doido?! Ia entrando em pânico. Valeu-me os filmes de cowboys que vi quando era mais pequeno e foi só fazer igual. Bem, só queria que vissem, parecia um autêntico cowboy. Não tive outra hipótese se não ir no grupo da frente, longe dos meus amigos e da minha menina, não fosse o cavalo voltar a galopar. Já nem vou falar na terrível dor de costas com que eu fiquei e que me levaram a passar belos momentos a apanhar jactos de água no jacuzzi.

Eu nunca: Fui multado! Tenho carta há mais de 12 anos e posso orgulhar-me de nunca ter sido multado. Verdade seja dita que tenho feito por isso, embora confesse alguns excessos de velocidade, de vez em quando (mea culpa).

Eu sei: Que tenho muito que aprender e que se não o fizer terei de levar com as consequências. Hoje em dia, não podemos ficar parados no tempo e que, se não nos actualizarmos, rapidamente seremos ultrapassados e considerados "analfabetos".

Eu quero: Ser feliz, pois claro. O que melhor há do que a felicidade? A felicidade pode ser o sinónimo de que temos tudo o que queremos. E se é verdade que queremos sempre mais, se já tivermos o suficiente já é óptimo. Sejamos ambiciosos, sim, mas nada de exageros. Porque tudo o que é demais faz mal.

Eu sonho: Muito! Todas as noites farto-me de sonhar. De manhã, não me lembro de nadinha. Nem sequer me lembro se sonhei! Mas como é normal sonharmos, eu também devo sonhar...

4) Passar o selo a 5 blogues:

Meus Apontamentos

CÁ ESTAMOS e agora???

Histórias e sabores

Um dia, uma Estrela disse...

Barbaridades

quinta-feira, 22 de Outubro de 2009

Tempos livres?

Nos últimos tempos tenho estado numa fase um pouco complicada. Os dias de folga escasseiam há duas semanas, pelo menos, e trabalhar de manhã até à noite tem sido uma constante todos os dias!!! Parece incrível como se chega ao final do dia completamente de rastos e a única coisa que queremos é dormir. Claro que antes de ir até ao Vale dos Lençóis ainda há umas formações para preparar, umas pesquisas para fazer... Enfim, aquele trabalho que não conseguimos fazer no local de trabalho. Mal me deito na cama... PLOF, já é só para acordar no outro dia de manhã, cheinho de sono! E logo eu, que nunca gostei muito de dormir, que tenho por hábito levantar-me cedo, agora não consigo. No domingo, que tem sido o único dia em que posso estar até mais tarde a fazer ó ó mas que até há umas semanas atrás o usava para andar de bicicleta, agora é o degredo para sair da cama!!!

quinta-feira, 15 de Outubro de 2009

Banda Fórum - Filarmónica Portuguesa

No próximo dia 29 de Novembro, a Banda Fórum dará um concerto na Casa da Música, no Porto.

Um concerto que junta em palco mais de 130 músicos, provenientes de 50 filarmónicas, 7 grupos corais, integrando mais de 150 coralistas, ou ainda a participação especial de um corpo de dança seria, por si só, motivo suficiente para aguçar a curiosidade de qualquer cidadão anónimo.

Acrescentar que esse concerto terá lugar na sala Suggia, a mais emblemática sala da “Casa da Música” (Porto), confere ao evento um toque de gala que reforça a convicção de que estamos diante de um mega evento.

A surpresa e admiração aumentam à medida que os contornos deste espectáculo se vão clarificando. Que dizer do facto de grande parte dos músicos nunca sequer se ter conhecido ou tocado em conjunto?

E se dissermos que cada um deles, maestro incluído, pagará integralmente os custos da participação num evento cuja preparação se inicia 3 dias antes do concerto?!

É isto a Banda FORUM! Para quem nunca ouviu falar deste agrupamento singular, dir-se-á, de modo muito sucinto, que nasceu em 2005, no contexto de um FORUM de discussão sobre bandas filarmónicas e que extravasou da simples troca de ideias para a partilha do prazer comum da música feita em conjunto, da forma que só os verdadeiros filarmónicos sabem sentir, mas nem sempre explicar.

Músicos provenientes de toda a parte do país, de inúmeras bandas filarmónicas, trocaram – e já por 14 vezes – o conforto do seu lar, gastaram parte do seu dinheiro apenas para poderem viver a alegria da música, espalhando a admiração e o aplauso incondicional das várias salas de espectáculos por onde tem passado.

Por essa razão, este agrupamento único, composto por filarmónicos de todo o país, que não pode ensaiar senão na véspera ou no próprio dia do concerto, assumiu, com toda a propriedade, a designação de “Filarmónica Portuguesa”, representando e homenageando da forma mais espontânea um dos mais importantes baluartes da nossa cultura – as bandas filarmónicas!

Completa, agora, a banda FORUM, o seu 4º aniversário, e a forma como o celebrará é inequívoca quanto à vitalidade de um projecto que sobrevive sem quaisquer apoios públicos ou privados, mas apenas da força única do sentir filarmónico.

Será no dia 29 de Novembro, pelas 16h30, na Casa da Música, palco de eleição cuja magnitude combina na perfeição com a importância desta iniciativa. Mas bem poderia ser num qualquer outro palco do país, que os filarmónicos tirariam da experiência o mesmo sentido de realização e alegria, como só eles sabem explicar…

Os bilhetes para este concerto estão à venda na Casa da Música e no site oficial da banda em http://www.bandaforum.net

Eu sou um dos músicos que vai estar em palco nesse dia!!! Conto com os vossos aplausos.

Autárquicas 2009 - Resultados

Decorrido que foi o processo eleitoral das Autárquicas 2009 e conhecidos os resultados é tempo de fazer uma previsão do que poderão ser os próximos 4 anos. Para a maioria de vocês isso pode ser pouco importante, na medida em que pouco ou nada vos interessa o que foi/vai ser feito num concelho que, provavelmente, não conhecem: Lousã.

No que diz respeito a eleições locais, geralmente o partido político associado aos candidatos pode não ter um peso significativo na escolha dos eleitores, sendo que a escolha é feita pelo candidato em si e não pelo partido que o representa. Esta é a conclusão a que chego depois de conversa com algumas pessoas. A escolha de um candidato baseia-se, fundamentalmente, no trabalho executado ao longo de um mandato e, na altura de eleições, a avaliação do trabalho realizado nesse mandato é avaliado com os votos. Se as pessoas gostaram, votam novamente no mesmo candidato, se não gostaram, há uma forte probabilidade de ser um candidato diferente a ganhar as eleições.

Nas eleições para a Câmara Municipal da Lousã, o resultado ditou a vitória de Fernando Carvalho, Presidente da Câmara há 1 mandato e meio. Aliás, no concelho da Lousã o PS ganhou com maioria absoluta de 57,42% e mais de 25% de vantagem sobre o segundo classificado, materializando-se em 5 dos 7 mandatos para a Câmara Municipal. É de referir, ainda, a vitória do PS quer para a Assembleia Municipal quer para as Assembleias de todas as Freguesias do concelho.

Olhando para estes anos em que Fernando Carvalho foi Presidente da Câmara, chego à conclusão que, embora ainda haja muito para fazer, muito já foi feito. Aliás, nem podia ser doutra maneira. Por muito que se faça, há sempre mais a fazer. A verdade é que a Lousã com Fernando Carvalho tem seguido uma linha orientadora coesa e coerente e que tem levado ao desenvolvimento sustentado da Lousã, ao contrário do que tem sido afirmado pela oposição, ao dizer que o concelho da Lousã está estagnado!!! Na minha opinião, se há coisa que o concelho da Lousã não vê, especialmente desde que Fernando Carvalho é Presidente da Câmara, é estagnação! Senão, vejamos:
- Variante a Foz de Arouce, uma obra que há muitos anos é necessária e que representa o maior investimento público de sempre feito no concelho;
- Foram construídas as ETARs de Serpins e Lousã, melhorando significativamente a questão do ambiente e levando o saneamento a mais locais, estando previsto alcançar-se os 9x% no final deste mandato;
- Foi construído um reservatório de água com capacidade para 12500 m3, assegurando, assim, o abastecimento de água, quer em qualidade quer em quantidade;
- Foi construído o Hotel Meliá Palácio da Lousã, no qual a Câmara Municipal tem participação;
- Foi construída a Pousada da Juventude, que em conjunto com o Hotel, veio resolver um dos maiores problemas que a Lousã tinha que era a fraca oferta de alojamento, que se resumia a duas pensões, um parque de campismo e algumas casas de turismo rural;
- Foi executada a primeira fase da implementação do Metro Mondego - Construção da Estação/Interface da Lousã - que vem melhorar as acessibilidades da Lousã a Coimbra, reduzindo o tempo de viagem que, actualmente, com as automotoras a diesel demora cerca de 50 minutos;
- Foi feita a requalificação das Aldeias de Xisto. Das sete aldeias existentes na Serra da Lousã, cinco englobam o Projecto das Aldeias do Xisto, o que mostra claramente o desejo em afirmar a Lousã como um destino turístico;
- O Projecto “Lousã: Destino de Turismo Acessível”, único em todo o país;
- Requalificação do parque desportivo, com especial destaque para o relvado sintético do campo de futebol de 7, junto às escolas e para o Pavilhão Gimnodesportivo do Bairro dos Carvalhos;
- Entre tantas outras coisas...

Para os próximos anos, estão previstas ainda mais obras, nomeadamente:
- A construção da nova escola EB 1, 2, 3 da Lousã, que vem responder às necessidades actuais e futuras, uma vez que as escolas existentes estão lotadas (já está em construção);
- A construção do novo Centro de Saúde da Lousã;
- A implementação do sistema de Metro no Ramal da Lousã, etc.

Dizer que, após isto tudo, a Lousã é um concelho estagnado é, no mínimo, estranho e que mais não é do que tentar iludir os mais distraídos para aquilo que foi feito na Lousã. Os Lousanenses é que já não vão nessas cantigas e sabem avaliar o bom e o mau. É certo que nem tudo correu bem. Houve coisas mal feitas mas, no total, acho que o trabalho feito foi bastante positivo. Espero é que os próximos 4 anos sejam, em tudo, idênticos ou melhores ainda do que os 4 anos anteriores, para bem da Lousã, dos Lousanenses e de todos aqueles que nos visitam.

quinta-feira, 1 de Outubro de 2009

A imbecilidade

No domingo passado estive de serviço numa mesa de voto, a desempenhar as funções de escrutinador. Este post não vem falar dessa minha experiência, até porque não há muito mais que se possa dizer sobre a função de escrutinador do que apenas assinalar os eleitores que votam e proceder à contagem de votos no final do dia.

Vem este post a propósito de situações caricatas, chamemos-lhe assim, que aconteceram na mesa de voto onde estive. E foram duas as situações. Antes de relatá-las, quero dizer apenas que a mesa de voto onde estive foi numa escola primária. À entrada dessa escola, do lado esquerdo, estava um placard com a distribuição dos números de eleitores pelas diferentes mesas de voto (Eleitor n.º 1 a 2500 - Mesa 1; Eleitor n.º 2501 a 3500 - Mesa 2; etc.).

Situação caricata n.º 1: A meio do dia entra um senhor na sala onde eu estava, a barafustar e a ameaçar não votar, porque não sabia em que mesa é que devia votar e que não via informações em lado nenhum! Calmamente, lá lhe foi dito que à entrada da escola estava um placard com essas indicações. O homem lá saiu, a barafustar, e alguns minutos depois voltou, a admitir que, de facto, a informação estava lá. Mas sabem que mais? Disse ainda isto: "Eu sou condutor! Vou atento aos sinais que estão do lado direito da estrada. O placard, em vez de estar do lado esquerdo, devia estar no lado direito! Ou então sou eu que estou a ficar velho." Agora pergunto: Vocês acham isto normal? Tanta gente que foi lá votar, será que a maior parte dos eleitores não conduz? Ou eram quase todos emigrantes no Reino Unido que vieram cá só para votar? Ou os condutores dos milhares de carros que circulam nas estradas não votam? Ou o gajo, no meio de tanta estupidez, teve um acesso de lucidez ao dizer que, se calhar, estava a ficar velho?

Situação caricata n.º 2: A meio da tarde, entra um senhor na sala onde eu estava, também ele sem saber onde era a sua mesa de voto. Por que raio é que as pessoas não olham para a informação que está afixada?! É que nem com luzinhas a piscar à volta a coisa lá vai!!! É simplesmente inacreditável. Mas pronto, seguindo... Chega ele à conclusão que "as listas de eleitores deviam ser ordenadas por ordem alfabética e não pelo número de eleitor"!!! Mas anda tudo estúpido ou é só aos domingos em dias de eleições?

segunda-feira, 28 de Setembro de 2009

Brama dos Veados

No sábado passado fui dar o meu passeio de bicicleta semanal. Como não podia ir no domingo de manhã, como é costume, resolvi ir no sábado à tarde. Estava um tempo mesmo bom para a prática do BTT, já que não estava um calor demasiado grande e também não estava frio. Assim mesmo é que eu gosto. Como é também habitual, o destino do meu passeio acabou por ser a Serra da Lousã. Vocês já devem pensar que aqui não há mais sítios para andar de bicicleta sem ser a serra! Não é verdade. Aqui à volta, o que não falta é floresta e mato para explorar. Simplesmente, na Serra da Lousã vêem-se (e ouvem-se) coisas que não se vê em mais lado nenhum.

Setembro e Outubro são meses privilegiados para assistir a um fenómeno interessante: a Brama dos Veados. Que é como quem diz a época de acasalamento. Pois bem, nesta altura, os veados estão mais expostos. Quem for à serra facilmente consegue ver veados. E agora, para além disso, também se conseguem ouvir muito bem. Os bramidos ouvem-se por toda a parte! O meu passeio de bicicleta, no topo da serra, foi acompanhado por estes sons... Muito bom!

Foto retirada de: http://faunaiberica.blogspot.com/2006/09/brama-do-veado.html

terça-feira, 15 de Setembro de 2009

Uma Aventura... No Algarve (Parte II)

Depois do concerto, que decorreu em género de animação de rua lá pela Marina, chegou a hora de irmos jantar. O jantar foi no restaurante Mariscada, que está logo à entrada da Marina. Se a comida era boa, a bebida era ainda melhor! Bebemos um vinho da casa que era uma maravilha! A seguir ao jantar, e porque ainda era cedo, fomos até ao Bar Normandia (também na Marina de Vilamoura), reclamar umas bebidas grátis por causa da publicidade que duas raparigas desse bar nos “obrigaram” a fazer. Elas não nos obrigaram, pronto. Deram-nos apenas uns panfletos e nós, para não fazer a desfeita, não os deitámos fora, como é costume fazer-se nestas ocasiões. E também não fomos lá pedinchar bebidas! Fomos àquele bar porque… calhou, pronto!

No Normandia acabámos por encontrar uma das raparigas que andava a distribuir os panfletos publicitários. Que coincidência! Mais incrível ainda foi descobrirmos que ela era a responsável pelo Karaoke e que… Cantava muito bem! Como é óbvio, mostrámos os nossos dotes vocais. Pelo sim, pelo não, esperámos quase até à hora de fecho, quando praticamente já toda a gente se tinha ido embora. Não porque podíamos estragar o negócio do bar ao espantar a clientela toda, porque nós até cantamos bastante bem, mas para evitar o magote de gente que ia surgir para nos ouvir.

Nesse bar, estava uma máquina de jogos que eu nunca tinha visto. Era uma máquina de dar murros. A gente metia uma moeda, descia uma espécie maçaneta semelhante à que os lutadores de boxe usam para treinar, mandávamos um murro naquilo e a máquina calculava a força do murro. Antes de sairmos do Normandia, fomos experimentar a máquina. Cheguei à conclusão que sou um cavalheiro, de tão gentil que fui para com a máquina. Não sei que raio é que o T. fez, mas levou uma valente “truxada” da maçaneta na cabeça que o ia ajoujando! No final da noite, disse o T. que levou uma valente malha da máquina. Resultado: um galo na cabeça e um dedo quase esfacelado, ou seja, T. 0 – 2 Máquina de Murros.

Depois do Normandia, onde é que fomos? Passámos pelo Casino de Vilamoura ver como era aquilo. Não sei o que é que se passava na discoteca do Casino, mas quando nos pediram 20 euros a cada um demos logo meia volta. Passámos a ronda pelas máquinas, andámos a ver o pessoal a jogar Poker e saímos. Por acaso, passámos à frente de um bar de striptease e… Fomos lá ver como era aquilo.

Nunca tinha entrado num bar de striptease e, portanto, não sou grande conhecedor dessa realidade, mas fiquei com a sensação de que era um bar muito fraquito! As gajas (porque eram mesmo gajas, não é?) eram mal “enjorcadas” e os strips deixavam muito a desejar. Em primeiro lugar, escolhemos mal a mesa. Entre a nossa mesa e o palco para o striptease estava um valente pilar (e eu sublinho a palavra pilar, para que não pensem que me estou a referir ao varão) que nos tapava a vista toda. Em segundo lugar, as tipas mal acabavam de se despir, em vez de ficarem ali um bocado a mostrarem-se, fugiam logo lá para dentro para se vestirem! Como não podia deixar de ser, também aqui se passou uma cena engraçada. Estava o R. a fazer um cigarro (ele fuma tabaco de enrolar) e passa uma das gajas a perguntar se era haxixe. Vai logo o T.: “Não é «haxixe», é «há chicha»!” Posto isto, e porque já era tarde e não estávamos ali a fazer nada, fomos dormir.